quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014


Foto: João Filho - Ascom/Semed

Os manipuladores de alimentos da Rede Municipal de Ensino de Maceió participam da formação continuada promovida pela Coordenação de Alimentação Escolar da Secretaria Municipal de Educação (Semed). A coordenadora do departamento, Ana Carla Luna, explica que os manipuladores de alimentos de todas as escolas participam da atividade, divididos em 16 turmas. O objetivo é orientar os profissionais sobre o processo de alimentação, a exemplo do aspecto geral do prato e a melhor forma de manipulação dos alimentos.

Na formação estão incluídas atividades como dinâmicas e cursos. “Essa formação começou em novembro do ano passado e acontece a cada dois meses. O primeiro módulo é sobre educação e prossegue, com temáticas divididas em boas práticas da manipulação, programa nacional de alimentação escolar e culinária básica I e II”, explicou Ana Carla.
De acordo com a coordenadora, a programação se estende até o final de 2014, com previsão inicial para novembro, com possibilidade de continuar até dezembro. Ainda conforme Ana Carla, o curso com os responsáveis pela alimentação nas escolas da rede municipal de ensino foi antecedido de um levantamento contendo o diagnóstico da realidade das cozinhas das escolas. Diante disso, questões como valorização profissional e melhor desempenho no trabalho, com segurança alimentar, foram definidos como itens necessários à prática da manipulação alimentar e são, por isso, patamares a serem atingidos no final do curso de formação.
 Delane Barros/ Ascom Semed

Semed e TJ promovem conciliação para registro de paternidade




A Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed), em parceria com o Tribunal de Justiça de Alagoas(TJ-AL), realizam nesta quinta-feira(27), na Escola Denisson Menezes, no Eustáquio Gomes, uma audiência de conciliação para paternidade. A ação faz parte do Núcleo de Promoção de Filiação (NPF) do TJ, que tem como objetivo garantir o nome paterno no registro de nascimento das crianças e a promoção da cidadania.


Para realização desta audiência, foram realizados dois momentos na escola: primeiro a sensibilização, que conscientiza a mãe da criança quanto a importância do nome parteno no documento, e o segundo se refere a uma audiência de conciliação, onde é localizado o pai e ele é convidado para o reconhecimento, que pode ser espontâneo ou por meio de exames de DNA, em caso de recusa.
De acordo com a técnica responsável pela ação na Semed, Nadja Frazão, a Semed realiza nas escolas ações de reconhecimento de paternidade para crianças cuja certidão de nascimento só consta o nome da mãe. Ainda segundo a técnica, o primeiro momento da ação aconteceu no inicio de destes mês.
“Em Maceió e, especialmente nas escolas municipais, exitem muitas crianças que possuem apenas o nome da mãe no registro. Para que elas possam usufruir de seus direitos legais, equipes do Núcleo do TJ e da Semed realizam a identificação da demanda, localizando os alunos que não possuem o nome do pai no registro, e a partir daí são realizados os procedimentos para o cumprimento do reconhecimento da paternidade no documento da criança”, salienta ela.
Com a averiguação paterna, as crianças passam a ter direitos garantidos na lei como o direito a guarda, aos alimentos e o de convivência. A técnica explica que o serviço é desburocratizado e gratuito, sobretudo beneficiam aqueles que possuem o registro incompleto.
Em abril, a ação de promoção da paternidade será na Escola Anne Lyra e em julho o núcleo estará presente na escola Sérgio Luiz. Para a escola Edécio Lopes, a expectativa é que aconteça no fim do ano. Nadja explica que essas escolas foram selecionadas levando em conta a necessidade do serviço de averiguação da paternidade.

Filiação

A ação do Núcleo de Promoção da Filiação vem resgatando a cidadania de muitas crianças em Maceió. Só em 2013, dados do Tribunal de Justiça do Estado apontam cerca de 614 crianças que tiveram o nome parteno reconhecido. Desses 454 foram espontâneos, sendo 23 alunos de escolas municipais. Já os casos concebidos por meio de exames de DNA foram 180, sendo 12 crianças pertencente a rede municipal de educação.
O Núcleo de Promoção a Filiação (NPF) é programa do Tribunal de Justiça, criado em 2009 e desde então trabalha para garantir no registro de nascimento o nome paterno em casos de crianças que possuía apenas o nome da mãe na certidão de nascimento. O Tribunal de Justiça disponibilizou para os interessados informações pelos telefones (82) 3218-3571, 3218-3618 ou 4009-3571.
Janaina Farias – Ascom Semed

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Educação: portaria disciplina horário de atendimento ao público


A Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed) disciplinou, por meio da portaria nº13, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (26), o horário de atendimento do órgão. A portaria leva em consideração não apenas o horário de atendimento ao público, mas também o tempo para execução de atividades internas e administrativas.
A medida foi tomada considerando o grande fluxo de pessoal, servidores, prestadores de serviços e outros, que frequentam a Semed para resolver situações diversas, chegando a ser necessário, em alguns setores, disciplinar o atendimento ao público por ordem de chegada.
O horário de atendimento ao público passa a ser das 8h às 14h, ficando reservado o horário das 14h às 18h para os trabalhos internos dos setores da Semed.
Adriana Thiara Oliveira/ Ascom Semed

Educação e PNAIC 2014


Desafios e Expectativas na rede pública municipal

Os 30 professores-orientadores e os 750 professores alfabetizadores participantes do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) da Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed) estão se preparando para a retomada do processo de formação em 2014. Neste ano as atividades serão desenvolvidas pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

Este é um ano de alterações importantes. Além da mudança de instituição, houve a inclusão de novos conteúdos a serem trabalhados durante a formação: a ênfase estará na Alfabetização Matemática, mantendo-se o reforço dos conceitos relativos à Língua Portuguesa vistos no período passado.

Aproximar a Universidade Federal local da realidade da educação básica de Maceió é um fator importante que gera bastante expectativa entre os professores do pacto, principalmente pelo medo infundado que a Matemática gera entre muitos profissionais, aliado a fragilidade dos estudos sobre a disciplina entre eles.


Estudos, trabalho e resultados

A técnica pedagógica do Departamento de Ensino Fundamental da Semed, Marigleide Jatobá Vieira de Oliveira, professora-coordenadora do polo Geruza Costa está ansiosa pela liberação do material e pelo inicio das atividades. Segundo ela, os professores alfabetizadores já estão colhendo os frutos dos trabalhos realizados no ano passado. Na última socialização uma professora relatou que sua turma atual está em um nível muito superior ao do ano passado, graças ao trabalho bem sucedido de outro colega.

Ainda de acordo com a técnica, apesar da vontade de individual do professor, faltava o apoio para a sistematização das atividades no cotidiano da escola. Com o pacto esta dificuldade está sendo sanada. Durante os encontros de formação no polo, do trabalho coletivo e das trocas de experiências, todos tem a possibilidade real de ver seu trabalho frutificar. “É estimulante perceber que a vontade se transformou em algo mais tangível. Criamos um clima de cumplicidade em 2013 que vai favorecer os resultados em 2014. Confiantes na parceria, os alfabetizadores se fortalecem e se sentem seguros para superar os desafios”, afirma Marigleide.


Parceria e monitoramento

Já para Ana Paula Santos Oliveira, professora-coordenadora do polo Rui Palmeira e coordenadora pedagógica da Escola Zilka de Oliveira, a parceria da gestão escolar é fundamental para o êxito do programa. Sua experiência atuando nas duas frentes a capacita a falar sobre as dificuldades e facilidades que o envolvimento de toda a escola no processo é capaz de gerar. Tanto a direção quanto a coordenação pedagógica das escolas precisam apoiar o professor-alfabetizador no desenvolvimento de seu trabalho para que haja um clima de cooperação de propicie o real aumento nos índices de aprendizado.

Segundo Ana, o programa precisa ser encarado como uma ferramenta da escola e não algo externo, imposto pelo MEC ou Semed, fora da dinâmica escolar de cada unidade. Para que isso não ocorra o acompanhamento é fundamental: contatos telefônicos e pela internet, encontros mensais, visitas às escolas. “Foi fundamental a questão do monitoramento, tanto com meus orientandos do polo Rui Palmeira quanto com as professoras que coordeno no Zilka de Oliveira, pois isso deu a segurança que necessitavam para poder efetivamente aplicar na escola todo o conteúdo apreendido nos encontros”, afirmou Ana.


O que é o Pacto

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental.

Em novembro de 2012, quando o programa foi lançado, ele teve a adesão de 5.270 dos 5.565 municípios do país e de todos os estados da federação, que receberão recursos para serem investidos, prioritariamente, na formação de professores e na aquisição de material pedagógico.

Adriana Cirqueira

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Educadores participam de formação do projeto Quebra Tabu



O foco de trabalho é direcionado a alunos do 6 ao 9º ano do ensino fundamental, jovens que pela faixa etária estão em condições de vulnerabilidade de doenças transmitidas por meio de relações sexuais.

De acordo com a técnica do Núcleo de Estudos da Diversidade Sexual na Escola (Nudise), Dina Ávila, as formações ocorrem por meio de oficinas sistematizadas direcionadas a professores de ciências e coordenadores de 16 escolas municipais do fundamental final do turno diurno.
Ainda segundo ela, os professores estão buscando novas formas de abordagem para orientar os adolescentes sobre as graves doenças que pode ocasioná-los nessa faixa etária como as doenças sexualmente transmissíveis, Aids e gravidez. “Por meio das formações os professores poderão transmitir a metodologia aplicada nessas oficinas nas escolas, sendo agentes multiplicadores”, garantiu ela.

A oficina está sendo ministrada pela diretora do instituto Maria Helena Vilela que aborda entre outros assuntos, temas relacionados ao universo da adolescência como puberdade, gravidez na adolescência, sexo e reprodução humana.

A secretária municipal de Educação, Ana Dayse Dorea, prestigiou a formação e reforçou que o professor é parte importante no processo de orientação dos alunos quanto a sexualidade. “Não podemos deixar que nossos alunos, adolescentes e jovens, estejam despreparados, principalmente porque sabemos que na maioria das vezes, as famílias não estão aptas a orientá-los sobre sexualidade, doenças e gravidez precoce”, ponderou a gestora.

Os educadores que participam das oficinas de formação do projeto Quebra Tabu pertencem as seguintes escolas: Antídio Vieira, Arnon F. de Melo, Elizabeth Anne Lira, José Haroldo da Costa, Hévia Valéria, João Sampaio, Kátia P. Assunção, Jaime Miranda, Luiz Pedro I, Manoel Pedro, Neide Freitas França, Padre Pinho, Pio X, Pompeu Sarmento, Silvestre Péricles e Zumbi dos Palmares.
Janaina Farias – Ascom Semed

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Semed e Guarda Faz Escola define calendário de início das atividades



Diretores de sete escolas municipais que já participam do programa Guarda Faz Escola, estiveram reunidos, na manhã desta quinta-feira (20) na Secretaria Municipal de Educação (Semed) para conhecer como será desenvolvido o projeto a partir deste ano. De acordo com a coordenadora de Programa Especiais, Virgínia Ferreira, as escolas participantes foram preparadas e estruturadas, para melhor recepcionar o programa e desta forma inseri-lo nas datas e cronograma seguindo a rotina da escola.

Direcionado a crianças, adolescentes e jovens, o Guarda Faz Escola trabalha desenvolvendo ações de cunho educativo como atividades lúdicas, esportivas e culturais. O projeto está presente em unidades localizadas em bairros que apresentam alto índices de violência, tendo como outro critério a participação no Projeto Viva Escola.
Virgínia salienta que já está sendo elaborado um planejamento conjunto entre as secretarias e os parceiros envolvidos no projeto para sistematizar a rotina da escola no dia da realização do trabalho, de acordo com os horários das atividades. “Antes de chegar à escola para a realização do trabalho, a equipe se reunirá com a equipe escolar para verificar quais os espaços serão utilizados nas atividades.”, reforça ela, destacando que essa situação se faz necessário visando não interromper o tempo de aula e assim incrementar as atividades nas ações educativas desenvolvidas no fazer pedagógico.
Para este ano o cronograma para o desenvolvimento das atividades já está definido. As ações serão realizadas nos seguintes dias e meses: 12 e 26 de março, 09 e 23 de abril, 07 e 21 de maio e 04 de junho nessas escolas: Eulina Alencar, Silvestre Péricles, Selma Bandeira, Arnon de Melo, Lenílton Alves, Brandão Lima e Pompeu Sarmento, sendo sua abrangência de 2.965 alunos atendidos.
Virgínia Ferreira explica ainda que um dos objetivos do projeto é estimular a discussão sobre cidadania, direitos humanos, cultura da paz, saúde, ecologia e outros temas. Suas ações são voltadas para palestras, cine cidadania, oficinas (trânsito, fantoche, recreação e contação de história). O programa conta com a parceria do Ministério da Justiça/ Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), Secretaria municipal de segurança Comunitária com Cidadania, SEMSCC e a Semed.
Para a coordenadora da escola Arnom de Melo, Fátima de Castro, todos os projetos que visam atender a comunidade e que tragam benefícios aos alunos tanto na questão educativa quanto na questão da cidadania e que acrescente valores é salutar. “O projeto possibilita a redução da violência nas escolas, isso por que aproxima a escola da comunidade’, diz.
Janaína Farias – Ascom Semed

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Orientadores de Pacto Nacional atingem média superior a 9


Izabel Araújo, coordenadora do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
A Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed) comemora a avaliação dos professores-orientadores do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O programa visa garantir que o ensino-aprendizagem seja efetivo nas escolas e alcance todas as crianças em fase de alfabetização. Nessa etapa, estão incluídos os alunos entre o 1º e o 3º anos e até 08 anos.

O programa está sendo desenvolvido em Maceió desde 2013 e demonstrou que as orientadoras, 30 professoras efetivas da Rede Pública Municipal da capital, desempenharam com satisfação seu papel de capacitar os professores alfabetizadores que atuam nas salas de aulas das 94 escolas de ensino fundamental da rede pública da capital.
A média 9,8 foi comemorada pela secretária de Educação, Ana Dayse Dorea, e pela equipe da Diretoria Geral de Ensino (Digen), que congrega o Departamento de Ensino Fundamental e a Coordenação do PNAIC, setores diretamente ligados ao público do Pacto. “Isso demonstra o envolvimento da equipe técnica da Semed e, em especial, a participação dos professores no processo de melhoria do desempenho da Educação Municipal. Estas orientadoras, captaram perfeitamente o que foi socializado na formação ministrada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e replicaram o conhecimento com eficiência para os professores do 1º ao 3º ano s do Ensino Fundamental”, revelou Ana Dayse.


De acordo com Izabel Araújo, coordenadora do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, o desempenho das 30 orientadoras foi avaliado de acordo com o conhecimento, e técnica ao repassar a metodologia do projeto e integração com a turma. Cada orientadora tinha em média 25 alunos-professores, em um total de 750 profissionais da Educação Fundamental capacitados.

“O Pacto é uma das metas da Semed, principalmente porque também faz parte do Projeto Viva Escola, que visa criar padrões para Educação. Desta forma, quando nos propomos a alfabetizar na idade certa, estamos criando um padrão e buscando prestar um serviço de qualidade aos alunos da rede pública. Estamos empenhados em oferecer aos alunos letramento e numeramento até os 8 anos de idade”, reforçou a coordenadora.
Nova fase
A partir do dia 10 de março, os professores envolvidos com o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa retomam suas atividades de formação. Em 2014, as atividades serão feitas pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e não mais pela UFPE.
Na última sexta-feira (14), o diretor do centro de Educação da Ufal, César Nonato, visitou a Semed, quando se reuniu com a equipe do PNAIC e da Digen para ajustar o calendário das formações que englobam desde leituras coletivas, discussão teórica das bases da educação e relato de experiências a partir da aplicação das metodologias aprendidas nas formações do Pacto. Os encontros serão mensais e o calendário será disponibilizado na primeira formação.
Adriana Thiara Oliveira/ Ascom Semed