segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Secretaria Municipal de Educação inicia ano letivo de 2011

Foto: Mauro Fabiani


O ano letivo de 2011 da rede municipal de ensino teve o seu início oficialmente iniciado nesta segunda-feira (14). O período contempla no mínimo, 200 dias letivos que são exigidos na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação nacional.

Ao todo, A Secretaria Municipal de Educação (Semed) possui 132 unidades de ensino. Na semana passada, seis escolas já tiveram suas aulas iniciadas. Hoje, são 60 unidades de ensino e na próxima segunda-feira (21), o restante das escolas da rede.

De acordo com Diretoria de Gerenciamento Escolar da Semed, a flexibilidade na data inicial do calendário para algumas unidades de ensino deve-se a demanda das escolas que precisam organizar o começo das aulas de acordo com a necessidade de cada uma delas.

O secretário municipal de Educação, Thomaz Beltrão, disse que o objetivo da Semed é assegurar a todos um ensino de qualidade, possibilitando o acesso e permanência dos alunos na escola. “Neste sentindo, estamos contribuindo para a formação do cidadão oferecendo oportunidades iguais a todos”, afirmou.

Este foi o segundo ano que a Comissão de Matrícula do regime de colaboração entre o Estado e o município atuou no sentido de matricular os alunos da capital alagoana. “As matrículas tiveram suporte de ambas as redes garantindo mais organização ao processo, além de agilizar na resolução de problemas de documentação nas próprias escolas”, informou a diretora de gerenciamento escolar da Semed, Elaine Oliveira.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ação irá matricular alunos da Orla Lagunar

Foto: Roberto Lopes

A Comissão de Trabalho da Orla Lagunar de Maceió, formada pelas secretarias municipais de Educação, Saúde e Assistência Social se reuniu nesta quinta-feira (10), na sede da Semed. Na reunião ficou definido para a próxima terça-feira (15), uma ação com o objetivo de matricular os alunos daquela comunidade nas escolas da região.

O planejamento de busca ativa tem a proposta de matricular os alunos da Educação Infantil na Escola Claudinete Batista e os alunos do Ensino Fundamental em outras unidades de ensino da região. Técnicos do município e carro de som estará a disposição da comunidade para informar os moradores.

De acordo com a diretora de Gerenciamento Escolar da Semed, Elaine Oliveira, é uma ação conjunta do Ministério Público (MP), o Juizado da Criança e do Adolescente e a Prefeitura de Maceió que tem o intuito de acolher as crianças da Orla Lagunar. “Existem as vagas, não podemos esperar a procura espontânea. Esta comunidade será atendida com as novas vagas da Claudinete Batista e com vagas remanescentes nas escolas da micro região”, afirmou.

O transporte escolar também será garantido pela Semed. Elaine já solicitou os ônibus que farão o translado dos alunos assim que as matrículas forem confirmadas. Serão beneficiados com esta ação, os filhos dos moradores da favelas Muvuca, Torres e Sururu de Capote.

“Apesar da ação ser específica nestas favelas, toda a população da Orla Lagunar será beneficiada”, confirmou Elaine.

Independentemente das pessoas cadastradas na próxima terça-feira, os responsáveis pelas crianças naquela região poderão continuar procurarando a Escola Claudinete Batista e efetivar a matrícula de seus filhos para a Educação Infantil.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Escola Luiz Calheiros realiza planejamento para 2011

Fotos: Diôgo Brandão


A escola Luiz Calheiros Júnior realiza até a próxima sexta-feira, (11, a sua Semana Pedagógica, com a finalidade de planejar o ensino para todo o ano de 2011 na unidade de ensino. A coordenadora da escola, professora Genusa Lima, explica que a secretaria municipal de Educação (Semed) estimula todas as unidades de ensino da rede a realizarem um planejamento antecipado do ano letivo.

Diante disso, a coordenação pedagógica, juntamente com a direção, definiu a necessidade de temas mais necessários para a aplicação cotidiana da escola. Foram definidos temas como o ensino religioso, o de arte e a aplicação dos termos constantes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Isso porque a escola mudou de ensino fundamental para o infantil, então temos assuntos que precisam ser melhor elaborados”, esclarece Genusa.


O Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Diversidade Étnico/ Racial (NEDER)
discute o Ensino Religioso na educação infantil

De acordo com ela, a diversidade religiosa precisa ser trabalhada nas quatro matrizes: africana, ocidental, oriental e indígena. “Pelo nível dos alunos, temos que elaborar bem essa questão”, completa Genusa Lima. Por outro lado, os termos do ECA precisam ser melhor dissecados entre a equipe pedagógica devido aos vários assuntos nele contido e a sua aplicação principal, que é a defesa da criança e do adolescente.


O ensino infantil atende a crianças até os cinco anos de idade. Atualmente, a escola Luiz Calheiros Júnior possui cerca de 200 alunos matriculados para frequentarem as aulas que se iniciam no próximo dia (15). “Nessa data, os alunos serão recebidos com festa, animação e a presença de palhaços. É uma forma de estimulá-los”, considera a professora Genusa Lima.



Escolas municipais ainda possuem vagas

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informa aos pais de alunos que ainda existem vagas nas seguintes escolas:

Gerusa Costa – Jacintinho - 3315-6553
Higino Belo – Farol - 3315-4613
Cleto Marques Luz – Tabuleiro - 3315-4652
Haroldo da Costa – Salvador Lyra - 3315-4660
Rodrigues Alves – Benedito Bentes - 3315-4590 / 3314-2025
Padre Pinho – Cruz das Almas - 3315-4671
Nosso Lar – Levada - 3315-1371
Ranilson França – Levada - 3315-1582
Pompeu Sarmento – Barro Duro - 3315-4640

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Reunião discute ações da Semed no Comitê para a População em Situação de Rua

Fotos: Mauro Fabiani


Uma reunião na Secretaria Municipal de Educação (Semed) serviu para marcar o fechamento das ações estratégicas promovidas pelo Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Municipal para a População em Situação de Rua. O encontro teve a participação de representantes da secretarias municipais de Educação, Saúde, Assistência Social, Direitos Humanos, Segurança Comunitária e Cidadania, além da Ordem dos Advogados Brasileiros (OAB).

De acordo com a diretora geral de ensino da Semed, Maria Clara Lopes, a secretaria de Educação ficou responsável para a elaboração de um projeto pedagógico de alfabetização e letramento. “Vamos trabalhar inicialmente estas ações e depois iremos encaminhar esta população às escolas que fazem parte da rede pública municipal”, afirmou Maria Clara.



O secretário municipal de Direitos Humanos, Segurança Comunitária e Cidadania, Pedro Montenegro, disse tratar-se de um momento marcante na defesa pela vida. “Maceió é o primeiro município a instalar um comitê deste porte, que conta com a participação dos próprios moradores”, disse.

O representante da comissão de Direitos Humanos da OAB Alagoas, Gilberto Irineu, afirma que se trata de um momento de avanço para a população em situação de rua de Maceió, que está discutindo com o governo municipal o caminho para a solução dos problemas existentes.

De acordo com o Decreto nº 7.199, publicado no Diário Oficial do Município, o Comitê deverá sugerir ações, projetos e programas para a população em situação de rua; acompanhar e monitorar o desenvolvimento da política municipal para esse segmento social; propor medidas que assegurem a articulação intersetorial dessas políticas públicas; e deliberar sobre a forma de condução dos seus trabalhos.



Integram o Comitê Intersetorial representantes da Prefeitura de Maceió, por meio das secretarias municipais do Trabalho, Abastecimento e Economia Solidária (Semtabes); de Educação (Semed); de Habitação; de Direitos Humanos, Segurança Comunitária e Cidadania (Semdisc); da Saúde (SMS); de Assistência Social (Semas); e de Esporte e Lazer (Semel); da Fundação Municipal de Cultura, e representantes dos Conselhos Tutelares, da sociedade civil indicados pela OAB, Arquidiocese de Maceió, Projeto Erê e Pastoral dos Moradores de Rua, além de dois representantes da população em situação de rua de Maceió.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Semed inicia 2ª etapa do Censo Escolar da Educação Básica 2010

Foto: Mauro Fabiani


Uma reunião, na última terça-feira (1) na Semed, entre a equipe EducaCenso do município e representantes das escolas municipais serviu para orientar as unidades de ensino sobre o processo da 2ª etapa do Censo Escolar da educação Básica 2010.


O Censo é o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro e tem como objetivo produzir dados e informações estatísticos para a elaboração de análise, diagnóstico e planejamento do sistema educacional brasileiro e subsidia o trabalho dos gestores das diferentes instâncias e esferas de governo, de distintas instituições de âmbito público e privado.


A coordenadora do departamento de Dados e Informações da Semed, Márcia Amaral, explicou que o censo escolar é uma exigência do Ministério da Educação (MEC) e faz parte do conjunto de informações utilizadas pelo governo federal para definir uma série de encaminhamentos necessários para a manutenção da escola.


“A 2ª e última etapa, que termina no dia 11 de março, é todo o levantamento do rendimento e movimentação do aluno. Nesta fase, serão informados quais os alunos aprovados, removidos, transferidos e ainda os que vieram a falecer”, informou Márcia.


Márcia Amaral disse ainda, que os dados obtidos no Censo Escolar são usados para criação de políticas públicas e tem como objetivo principal colher informações que servem como base para conhecer e melhorar a realidade do sistema educacional brasileiro, por meio de indicadores e diagnósticos. “Esta completa fonte de informações é também utilizada pelo Ministério da Educação para criação de políticas públicas e distribuição de recursos públicos como alimentação e transporte escolar, por exemplo”, disse.


O censo escolar acontece todos os anos em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa educacionais (INEP), órgão vinculado ao Ministério de Educação. Além da Márcia Amaral, fazem parte do EducaCenso da Semed, as técnicas Betânia Rocha e Alana Santos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

II Festival Alagoano das Palavras Pretas

Fotos: Fabiana Santos

Avani Rodrigues, diretora escola Paulo Bandeira

Música, poesia e homenagens marcaram o II Festival Alagoano das Palavras Pretas. O evento que aconteceu nesta segunda-feira (31), no teatro Abelardo Lopes, na Galeria Arte Center, na Pajuçara, contou com a participação de autoridades do nosso Estado, do ator Milton Gonçalves, de representantes da Secretária Municipal de Educação (Semed) e da Escola Municipal Paulo Bandeira, uma das homenageadas da noite.

O evento iniciou com a leitura de poesias, pelo ator alagoano Chico de Assis, posteriormente as cantoras Madalena Oliveira e Pauline Alencar encantaram o público com suas músicas, a platéia também participou declamando versos.

A segunda edição do evento homenageou representantes da sociedade que trabalham na discussão da temática diversidade racial, além de parceiro que contribuíram para realização do evento. Na ocasião, o grupo Pérolas Negras, da Comunidade de Remanescente Quilombola Pau D’Arco, de Arapiraca, fez a entrega dos troféus .

Uma das homenageadas foi à escola Paulo Bandeira, representada pela diretora Avani Rodrigues, que recebeu o troféu guerreiro quilombola pelos trabalhos desenvolvidos no ambiente escolar. “Todos os colaboradores e professores da escola estão articulados para trabalhar a diversidade. Estamos sempre participando de formação para melhor contribuir no aprendizado dos alunos”, afirma Avani.

O ensino de história e cultura afro-brasileiras e indígenas nos estabelecimentos de ensinos fundamental e médio, oficiais e particulares se tornou obrigatório desde 9 de janeiro de 2003. A lei de nº 10.639, estabelece que a temática seja incluída no currículo oficial da rede de ensino.

“A escola Paulo Bandeira tem sido referência no município, sempre preocupada em trabalhar a temática com os professores e alunos, num fazer pedagógico que despertar para consciência das nossas raízes”, afirma Rosário de Fátima, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Diversidade Étnico/ Racial (NEDER).

Para Maria Clara, diretora geral de ensino da Semed, o aluno precisa conhecer sua identidade e todo seu processo histórico. Ela enfatiza ainda, “vivenciar a temática não é somente um conteúdo mais a sua aplicação na prática”.