A coordenadora de Educação Ambiental da Sempma, Florência Matias, informou que a secretaria vai dar apoio técnico e material às escolas interessadas em realizar o plantio. Durante a reunião, também foram sorteadas camisetas do programa.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Sempma apresenta o projeto Escola Mais Verde na Semed
A coordenadora de Educação Ambiental da Sempma, Florência Matias, informou que a secretaria vai dar apoio técnico e material às escolas interessadas em realizar o plantio. Durante a reunião, também foram sorteadas camisetas do programa.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Semed inicia reestruturação orientada pelo MEC/PNUD
A articulação para o planejamento das novas condições só foi possível, depois de um levantamento minucioso sobre a situação real da secretaria. O trabalho foi realizado por especialistas do Ministério da Educação (MEC) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Depois de conhecer toda a rede eles elencaram pontos positivos e os que precisam ser reforçados para que a Semed amplie seu atendimento social com qualidade.
A referência para a nova etapa se baseia no que consta no Plano de Ações Articuladas (PAR). É nele que estão contidas as necessidades financeiras e os setores que necessitam de investimento. Suas dimensões se baseiam na: Gestão Educacional; Formação de professores e profissionais de serviço e apoio escolar; Práticas pedagógicas e Avaliação e, por último, a Infraestrutura física e recursos pedagógicos.
Segundo a chefe de gabinete, Josefa da Conceição, o momento é de reflexão, mas principalmente de envolvimento com o futuro das ações institucionais. Foi ela quem apresentou como os profissionais devem se envolver no processo de reconstrução da Semed.
"O principal é que atuaremos dentro das dimensões previstas no PAR. A partir dessa realidade os trabalhadores irão interagir por meio de equipes de trabalho e devem elencar as questões consideradas de extrema prioridade. Em quatro meses teremos um esboço do que foi elaborado", explicou Josefa.
O acompanhamento de todo o trabalho ficará com o secretário Thomaz Beltrão. Durante a apresentação do plano aos servidores, ele destacou a importância de todos para o processo e enfatizou o apoio que tem recebido do prefeito Cícero Almeida e sua equipe. "Somente assim tem sido possível planejar e executar ações que irão garantir nosso crescimento sem perder o foco na qualidade de ensino", concluiu Thomaz.
Repercussão :
Portal da Cidade de Maceió
terça-feira, 13 de julho de 2010
Semed participa da reativação do Fórum de Educação Infantil

“Queremos retomar o seu funcionamento, visto que há uma necessidade de interlocução com o Ministério da Educação (MEC), instituições e movimento pela educação infantil nos municípios, entretanto essa reunião hoje, é importante por que é um espaço aberto para a formação, informação, discussão de projetos como ampliação e implementação da educação infantil”, argumentou Edna Lopes.

Marcaram presença no evento representantes da Universidade Federal de Alagoas (UFAL,) SEE, Organização Mundial para Educação Pré-escolar (OMEP), Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (SINTEAL), UNCMEC, Movimento Interfórum de Educação Infantil do Brasil (MIEIB) e coordenadores de educação infantil dos municípios como Penedo, São Miguel dos Milagres, Santana do Ipanema e outros.

Os educadores assistiram a palestra da Coordenadora de Educação Infantil do Ministério da (MEC), professora Rita Coelho que destacou os atuais desafios da educação os avanços e a importância do fórum.
“Ele vai colaborar nas discussões, prestar esclarecimento, identificar as necessidades da educação. Além disso, vai articular a participação voltada para a construção de uma política municipal da educação infantil”,diz Rita. Ela ressalta ainda, que o MEC tem feito grandes investimentos na educação infantil e que esses investimentos precisam ser acompanhados de participação dos municípios. Um desses investimentos ela cita, como exemplo, o Proinfancia.

O secretário executivo do (MIEIB) Vilmar Klemann, considerou o fórum como um espaço de discussão de proposição de políticas públicas. “É um espaço de debate de políticas públicas, onde será evidenciado leis, gestão, troca de conhecimento”, diz. Ele enfatiza que Alagoas tem um desafio muito grande na educação infantil e que é preciso eleger o que é prioridade. “A nossa bandeira é a educação infantil”, finalizou o secretário.
Professores da rede aprendem a reaproveitar papel

O reaproveitamento de papel pode se tornar uma realidade nas escolas da Rede Municipal. É o que pretende a Coordenação de Educação Ambiental (Creamb). Na manhã desta terça-feira professores, técnicos e servidores participaram de uma oficina na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed) ministrada por técnicos da Superintendência de Limpeza Urbana (Slum).

Segundo a articuladora da atividade, a coordenadora do Creamb, Rosilene Santana Barros, a proposta é que todos os participantes possam aplicar os conhecimentos em seu ambiente de trabalho. Neste segundo semestre a coordenação dará início a orientação para a Semed adote a coleta seletiva dos resíduos."Queremos que todos assimilem a proposta e sejam vetores para a propagação em sala de aula, no caso dos professores", enfatizou Rosilene.

Ela explicou ainda que a oficina integra o planejamento realizado pelo Creamb que elegeu o mês de julho, como o da biodiversidade. Por esta razão foi incluída entre as atividades o reaproveitamento do papel, que é originado da extração de árvores.
"Estamos sensibilizando os profissionais quanto a importância de se utilizar cada vez menos o papel. Em nossas atividades, por exemplo, lançamos mão da distribuição do material didático utilizando e-mails e pendrives", completou Rosilene.
Aliada a esta proposta os educadores e servidores conheceram técnicas de como transformar o papel em artigos que possam ser reutilizados. Com o apoio de profissionais da Slum do setor de Educação Ambiental eles produziram blocos para anotações, agendas, cestas e impressos descartáveis.
As orientações para a produção foram dadas pela instrutora Cícera Cirilo da Slum. De forma objetiva e clara ela explicou a importância da criação de novos produtos para que o que seria lixo ganhe uma nova funcionalidade. "É uma atividade simples e com pouca teoria. O objetivo é que eles possam aprender fazendo", definiu Cícera.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Semed articula formação para lidar com adolescentes infratores

No encontro o secretário Thomaz Beltrão ouviu o relato sobre os principais desafios e os avanços obtidos pela Semed. A secretaria realizou um levantamento sobre como tem sido a acolhida das crianças e adolescentes encaminhados pela Justiça. Os números indicam que a maioria apresenta dificuldades em permanecer em sala de aula, mas também mostrou que há aqueles que se adaptam ao convívio escolar.
Diante desta realidade a proposta é que Semed possa ampliar a formação de professores, diretores e técnicos. O objetivo é que a comunidade escolar possa compreender a necessidade de receber este público garantindo os mesmos direitos dos demais estudantes.
Todos os segmentos envolvidos com a situação concordam que é possível melhorar o atendimento, bem como o acompanhamento destes estudantes. Para a promotora Alessandra Buerlen a escola tem que ser um ambiente de acolhida, mas também um espaço de reinserção social. Ele destacou ainda que a convivência na escola deve acontecer sem nenhum preconceito.
Atualmente a Semed abriga, em suas unidades espalhadas na capital, 28 adolescentes que cumprem medidas sócio-educativas. Todos tiveram sua matrícula garantida conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca). Durante a reunião foi a aprovada a proposta de que o convênio existente entre a Semas e a Semed seja extensivo para os que também cumprem penas alternativas.
O acompanhamento escolar é feito por profissionais da Semas e da Semed. Aos professores cabe a responsabilidade de encaminhar informações sobre o desempenho dos estudantes. No próximo dia 19 deste mês os segmentos voltam a se reunir.
A Semed estuda a possibilidade de incluir os estudantes em programas do Governo Federal. Um deles é o Projovem Urbano, que além de garantir a formação escolar também possibilita uma formação profissional.
Semed: formação discute emoção e afetividade
A busca pela excelência no atendimento é incentivada entre os servidores da Secretaria Municipal de Educação (Semed). A iniciativa, que conta com o apoio do secretário Thomaz Beltrão, é articulada pelo Núcleo de Formação e Valorização Profissional da Rede Municipal de Ensino de Maceió.
Com um calendário de atividades montado desde o início do ano, o núcleo tem organizado debates e palestras para despertar nos servidores a necessidade de se aprimorarem.
Segundo a psicóloga Giovana Carneiro Chaves, responsável pela apresentação do tema Emoção: saúde ou doença, o servidor sofre diariamente pela pressão de sua atividade, bem como fora do trabalho. O resultado do acúmulo de problemas de ordem pessoal e profissional contribui para um quadro de estresse com alterações no comportamento e, também, em seu estado físico.
“A soma disso se reflete na saúde da pessoa, que se não souber se reconhecer pode desencadear um processo que a deixe doente, ou seja, estressado. Por isso o que queremos é despertar a necessidade do autoconhecimento porque uma pessoa estressada contamina o ambiente. O indivíduo nesse estado pode sofrer com o desencadeamento de doenças, principalmente as cardíacas”, revelou Giovana durante palestra na última sexta-feira.
Com uma didática simples e objetiva ela intercalou conceitos da psicologia com situações diárias. Desta forma o público, formado por técnicos da Semed, pode interagir e revelar como têm enfrentado os desafios diários.
Afetividade
Na segunda-feira os formadores discutiram a importância da “Afetividade na formação humana”. A palestra foi apresentada pela professora Fabrícia Correia do Núcleo de Estudos da Diversidade Étnico Racial (Neder).
Ele destacou que o objetivo do tema é fazer com que os profissionais reflitam sobre a necessidade de um "olhar afetivo" sobre seus alunos. Para ela isso é mais importante que o grau do Quociente de Inteligência (QI). Isso porque, as emoções e motivações que os envolve se refletem em seu desempenho escolar. "Não existe evolução de conhecimento se o aluno está afetado emocionalmente. A importância de sua vivência, seus sentimentos e sua realidade interferem no aprendizado", enfatizou Fabrícia.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Projeto Justiça e Cidadania promove Oficina de Poesia em escola
Um convite a poesia e a leitura, um momento cultural. De forma lúdica e interativa, alunos da escola municipal Audival Amélio, situado no Sítio São Jorge, conhecem o mundo fantástico dos livros. A ação é do projeto Justiça e Cidadania na Escola, realizado por meio do convênio da Escola Superior de Magistratura de Alagoas (Esmal) com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) que promove até a próxima sexta-feira (9) a Oficina de Poesia, nessa escola.
A diretora da Escola, Laurinete da Silva Santos, disse que a proposta da oficina é, além de trabalhar literatura infantil com professores e alunos, estimular o gosto pela leitura visando melhorar o desempenho em sala de aula. A oficina está sendo realizada nos dois horários e conta com a participação de alunos e professores.
A poetisa e mestranda em Educação, Helen Queiroz, é a instrutora da oficina. Ela desenvolve o trabalho voltado para poesias e formação dos docentes. “Os educadores recebem informações teóricas sobre a história da literatura infantil brasileira e estratégia de como trabalhar poemas com crianças”, diz. Com as crianças, a didática é outra, segundo a educadora. São feitas várias estratégias como ler histórias, fazer rodas de leituras de poesia e atividades de escrita de poemas.
Durante a oficina, as crianças ouviram poemas, escolheram histórias, copiaram e ilustraram em um cartão do seu jeito o conto escolhido. “O tatame virou palco, um palco para falar de poesia”, diz a educadora Helen Queiroz ao convidar as crianças para brincar de poesias. A poetisa explica que tudo é feito coletivamente, “Os alunos ajudam a guardar as colas, as tesouras, os livros”. Ela enfatiza que trabalhar com poesias exige organização e concentração.
Helen salienta que alunos de escola pública dificilmente têm livro em casa o que dificulta o despertar para o hábito da leitura. Para ela, a oficina de poesia traduz uma forma de incentivar e despertar o interesse pelos livros. “A oficina de poesia desperta nas crianças o interesse pela leitura, onde tudo é trabalhado de forma lúdica. A intenção é formar futuros leitores”, conclui ela.





